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As Observações Astronómicas na Figueira da Foz estão de regresso, para a 3.ª edição, numa iniciativa do Munícipio da Figueira da Foz em parceria com a Marques Astronomy, dos figueirenses Maria e Miguel Marques.
Todas as informações em https://marquesastronomy.com/
O Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz inaugura, a 26 de abril, a exposição “Mário e Heitor Chichorro: Ar(te) de Família”, patente até 27 de setembro nas salas 2 e 3.
Com curadoria do arquiteto Etienne Delaunay, a mostra reúne, pela primeira vez em Portugal, a obra de Mário Chichorro, artista radicado em França e reconhecido pela expressividade dos seus baixos-relevos, em diálogo com a criação artística do seu irmão, Heitor Chichorro, nome bem conhecido do público figueirense.
A exposição propõe um encontro entre dois universos singulares, marcados pela exuberância cromática, pelo humor, pela liberdade criativa e por uma linguagem artística que recusa convenções. Cada obra revela narrativas visuais onde se cruzam fantasia, irreverência e um imaginário profundamente pessoal.
Mais do que uma exposição, trata-se de um reencontro simbólico entre dois percursos artísticos e de uma oportunidade rara para descobrir, lado a lado, duas personalidades incontornáveis da arte contemporânea portuguesa.
A exposição do cartoonista Zé Carlos, que encantou tantos visitantes na Sala 3, foi prolongada até setembro e agora pode ser vista num novo espaço. Venha (re)descobrir, na Sala de Ilustração, este universo único em 3D: miniaturas afetivas que retratam a memória, os usos, costumes e tradições da Figueira da Foz e das suas freguesias. Humor, nostalgia e criatividade lado a lado.
Horário: Segunda a quinta: 09h – 23h | Sexta: 09h – 24h | Sábados e feriados: 10h – 24h | Domingos: 10h – 19h
De 28 de junho a 4 de outubro, o Palácio Sotto Maior recebe “POP ART REVOLUTION – Da Modernidade à Pop Art”, uma viagem pela evolução da arte moderna com obras de alguns dos maiores nomes da história, como Andy Warhol, Pablo Picasso, Salvador Dalí, Yayoi Kusama, Keith Haring, Roy Lichtenstein e muitos outros.
Uma oportunidade única para descobrir como a Pop Art revolucionou a arte e continua a influenciar a cultura, o design, a moda e a comunicação. Aberta ao público de terça a domingo, com o horário: 10h–13h e 14h–19h
A Sociedade Instrução e Recreio de Lares (SIRL) assinala em 2026 o seu centenário, celebrando um século de dedicação à cultura, à música filarmónica e ao associativismo local com um vasto programa comemorativo que se prolonga ao longo dos próximos meses.
As comemorações arrancam a 14 de maio, data oficial do centenário, com o hastear das bandeiras, ao som do hino da coletividade, e a inauguração da escultura evocativa dos 100 anos da instituição. O dia inclui ainda a participação na Procissão das Velas de Nossa Senhora da Graça, em Vila Verde, tradição ligada à origem da própria coletividade e da sua banda filarmónica.
No dia seguinte, 15 de maio, realiza-se o Jantar de Gala do Centenário, na Quinta da Salmanha, reunindo sócios, músicos e comunidade num momento de celebração e convívio.
O programa inclui igualmente um concerto solene da Banda Filarmónica de Lares, uma residência artística com o compositor Carlos Marques, um Mega Encontro de Cavaquinhos e um concerto de gala no CAE da Figueira da Foz com a participação especial da cantora Anabela.
Fundada em 1926, a SIRL afirma-se como uma das mais emblemáticas coletividades da região, desempenhando ao longo de um século um papel central na dinamização cultural e musical da freguesia de Vila Verde e do concelho da Figueira da Foz.
É inaugurada na próxima sexta-feira, 27 de março, pelas 18h00, na Casa do Paço a exposição “Memórias de Barro-As Fábricas de Cerâmica da Figueira da Foz”, organizada pelo Museu Municipal Santos Rocha (MMSR), que propõe uma viagem pelo património industrial e cultural das fábricas de cerâmica da Figueira da Foz e ficará patente até 31 de outubro, podendo ser visitada, gratuitamente, de quarta a sábado das 14h00 às 18h00.
“Memórias de Barro-As Fábricas de Cerâmica da Figueira da Foz” procura, através de objetos, fotografias e documentos, reconstruir a história das fábricas de cerâmica do concelho da Figueira da Foz, bem como a diversidade das produções, desde louça utilitária a materiais de construção, apresentando igualmente uma sumária história das fábricas.
A exposição resulta de um estudo aprofundado da coleção de cerâmica do concelho da Figueira da Foz pertencente ao MMSR e compreende a produção desde finais do século XIX ao século XX, concentrada nas freguesias de Brenha, Buarcos, Lavos, São Julião e Tavarede, com produtos finais destinados fundamentalmente ao mercado local e regional.
Quanto às principais fábricas de material de construção estudadas e agora documentadas estão a Empresa Industrial do Cabo Mondego, a Manufatura Cerâmica Figueirense e a Cerâmica Figueirense, Lda., que acompanharam o crescimento económico e urbano da Figueira da Foz.
A Casa do Paço, recorde-se, foi o primeiro local a acolher o Museu Municipal da Figueira da Foz, inaugurado a 6 de maio de 1894, onde permaneceu por cinco anos, até à conclusão do novo edifício dos Paços do Concelho, em 1899, para onde viria a ser transferido, nesse mesmo ano.