Todos eventos do fim-de-semana no seu email!
O Conservatório de Música David de Sousa volta a abrir as suas portas à comunidade para mais uma edição do CMDS Summer Fest, que em 2026 celebra a sua 4.ª edição, consolidando-se como um momento de encontro entre música, artes performativas e convívio social em ambiente de verão.
O evento decorre nos dias 25 e 26 de junho, transformando o espaço do conservatório num palco aberto a diferentes expressões artísticas e a públicos de todas as idades, num final de tarde prolongado até ao início da noite. Ao longo dos dois dias, o programa propõe uma combinação de atividades culturais e momentos de lazer, incluindo concertos e performances artísticas, teatro, bem como momentos surpresa que prometem dinamizar a experiência dos visitantes. A componente participativa terá também destaque, com sessões de karaoke abertas a todas as idades, promovendo um ambiente informal e intergeracional.
Para além da vertente artística, o festival integra ainda uma componente de convívio e gastronomia, com jantares comunitários mediante reserva prévia, bem como espaços dedicados ao descanso e fruição do ambiente exterior, especialmente pensados para usufruir das noites de verão. Os mais novos terão igualmente um espaço próprio de diversão. Encerramento diário às 22h00. Jantar às 19h30 com reserva obrigatória para secretaria.figueira@cmds.pt
O CAE apresenta esta sezta-feira “As Águias da República”, drama político realizado pelo cineasta Tarik Saleh, que cruza cinema, poder e propaganda num contexto contemporâneo. A narrativa acompanha George Fahmy, o ator mais popular do Egipto, que é pressionado a protagonizar um filme encomendado pelo governo. Inicialmente relutante, acaba por aceitar o papel, sendo progressivamente envolvido nos bastidores do poder político, onde as fronteiras entre representação e manipulação se tornam cada vez mais difusas.
O elenco conta com interpretações de Fares Fares, Lyna Khoudri e Zineb Triki, num filme de produção sueca (2025) incluido na “Trilogia do Cairo” do realizador.
O Grupo Instrução Recreio Quiaense apresenta a sua última produção, o musical fadista “Outra vez Amália” no próximo sábado, pelas 21h45. Como explica a produção do espetáculo: «Venha celebrar connosco o legado eterno da maior fadista portuguesa de todos os tempos, num espetáculo repleto de emoção, música, talento e memórias que atravessam gerações. Deixe-se levar por esta viagem única e emocionante, que homenageia a voz que levou a alma de Portugal aos quatro cantos do mundo e que continua a tocar os nossos corações.»
“Confluências Criativas II”, da MAGENTA, é uma exposição coletiva de pintura e escultura, artes reconhecidas como das mais nobres e expressivas formas de manifestação artística. Possui a capacidade única de nos transportar a universos do imaginário, revelando uma beleza, muitas vezes subtil, que convida à contemplação e à reflexão promovendo o diálogo entre artistas e público.
Mais do que uma simples mostra de obras, este ciclo expositivo celebra a partilha de visões, técnicas e experiências, reunindo artistas com percursos diversos num espaço comum de diálogo e inspiração.
É um convite à descoberta, à reflexão e, sobretudo, ao fortalecimento da ligação entre arte, comunidade e território, reafirmando o papel vital da cultura na construção de pontes e no enriquecimento coletivo.
Durante o período desta exposição será realizada uma sessão de pintura ao vivo, no dia 1 de junho, enaltecendo e festejando o aniversário do CAE. Uma oportunidade de envolver o público nesta experiência artística e estimular a criatividade de cada um.
O Mosteiro de Santa Maria de Seiça, recebe a exposição “Do Inferno ao Mosteiro – Diabos à Solta em Seiça”, a partir da coleção particular de José Santos Silva, numa proposta que cruza artesanato figurado, imaginário popular e património cultural.
Patente até 28 de junho e poderá ser visitada de quarta-feira a domingo, das 14h00 às 18h00, esta mostra presta homenagem às tradições e à dimensão simbólica das criaturas míticas portuguesas, convocando aquilo que a própria sinopse descreve como «a magia que envolve as nossas criaturas míticas», num percurso onde se esbatem os limites entre arte e cultura. Entre o grotesco e o fascinante, estas figuras demoníacas surgem não apenas como encarnações do mal, mas como espelhos da complexidade humana.
Instalada no antigo mosteiro cisterciense — hoje espaço requalificado e afirmado como polo cultural do concelho —, a exposição pretende estabelecer um diálogo provocador entre o sagrado e o profano, entre o silêncio monástico e a irreverência etnográfica.
Trabalhadas em barro, madeira e outros materiais, as peças expostas dão corpo a «seres travessos e enigmáticos» que povoam o imaginário tradicional português. Mais do que representações maléficas, estes diabos populares revelam «a dualidade da natureza humana», num olhar simultaneamente crítico, lúdico e profundamente enraizado na cultura vernacular.
«Esta coleção», sublinha o colecionador, «presta homenagem às tradições populares e à magia que envolve as nossas criaturas míticas, desafiando os limites entre a arte e a cultura. Entre o grotesco e o fascinante, a luz e a sombra, surge um artesanato figurado inspirado nos diabos — figuras maléficas, mas sedutoras, que habitam as lendas e as festas tradicionais portuguesas».
Ciclo de visitas guiadas pelo próprio colecionador/curador, José Santos Silva:
Último domingo de cada mês, sempre às 16h00:
29 de março
26 de abril
31 de maio
28 de junho
Estas sessões, cuja participação é gratuita e não requerem inscrição prévia, convidam o público a ir além do olhar imediato sobre as peças expostas, explorando o contexto da coleção, o simbolismo dos “diabos” na cultura tradicional portuguesa e o diálogo singular que se estabelece entre este universo irreverente e o antigo espaço monástico cisterciense.