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A Tuna Acordes da Foz está a dinamizar o “PROJETO EM TRÊS TEMPOS”, um evento que pretende promover a música, valorizar a identidade cultural e homenagear a criação artística figueirense.
Programa completo no cartaz.
A Biblioteca Pública Municipal Pedro Fernandes Tomás, passa a acolher, a partir do dia 24 de janeiro de 2026 e com periodicidade quinzenal, a Oficina de Partilha e Capacitação de Famílias de Pessoas com Deficiência, uma iniciativa promovida pela Pais em Rede, com o patrocínio da Climel – Clínica Médica e o apoio do Município da Figueira da Foz.
Esta oficina tem como principal objetivo promover o encontro entre pais e cuidadores, fomentando a criação de uma rede de apoio informal, bem como capacitar as famílias para a inclusão dos seus filhos na comunidade, através do conhecimento sobre direitos, legislação e apoios existentes. O projeto aposta ainda na partilha de experiências e desafios, fortalecendo o apoio mútuo entre famílias.
A oficina é composta por 10 sessões quinzenais, que decorrem aos sábados à tarde, pelas 14h30, na Biblioteca Municipal. As sessões são dinamizadas pelas facilitadoras Dra. Viviana Ferreira e Dra. Celina Carvalho e incluem, em simultâneo, atividades para os filhos, a decorrer na sala infantojuvenil, permitindo uma participação mais tranquila das famílias. Ver Programa completo no cartaz.
A participação é gratuita, mediante inscrição prévia através do endereço de correio eletrónica: oficinasdepais@paisemrede.pt
A Sociedade de Instrução Tavaredense (SIT) vai celebrar o seu 122.° Aniversário.
Com um programa que procura evocar a Memória Coletiva, a SIT recorda José da Silva Ribeiro e Terra do Limonete, uma peça que foi criada com o objetivo de educar e cultivar os Tavaredenses, através da sua História e Tradições!
Imbuídos desse espírito a SIT volta a apresentar uma exposição com marca SITArte: Cultura, Arte e Património, dedicada este ano a esta brilhante produção do Mestre.
Como a casa SIT foi-se construindo com bases sólidas de amizade e reciprocidade, ainda no decorrer do mês de fevereiro, realiza-se a Tertúlia do Fado de Coimbra.
Para finalizar as comemorações com chave de ouro, Tevye, o pobre leiteiro, e a sua família irão fazer o público viajar novamente até Anatevka, com um dos maiores êxitos do Grupo Cénico da SIT dos últimos anos: Um Violinista no Telhado!
Junte-se à SIT e celebre os seus 122 anos de cultura, teatro e dedicação.
Programa completo no Cartaz.
Há histórias que se cantam baixinho, mas que precisam de um mundo inteiro para serem ouvidas. O programa Orquestrae III, promovido pelo Município figueirense, prossegue a sua temporada de encontros únicos e traz ao palco uma das vozes mais puras e comoventes da nova música portuguesa: João Só.
No dia 16 de maio de 2026, o Grande Auditório do CAE será o lugar onde a intimidade frágil de uma guitarra e de uma voz se transforma num fenómeno grandioso. A música de João Só, conhecida pela sua poesia crua e melodia que nos toca no peito, vai ser envolvida, amplificada e elevada pelo poder e pela tradição de duas forças da música coletiva: a Banda de Santana e a Filarmónica Figueirense.
Imagine. Os acordes delicados de “Sorte Grande”, “Até Ao Fim” a ganharem asas de sopros e cordas. A emoção contida a transbordar em ondas de som. É mais do que um concerto; é uma conversa íntima projetada para o céu. É o coração de um trovador moderno a bater em uníssono com a alma centenária das nossas filarmónicas. É o Orquestrae no seu mais belo propósito: criar pontes, fundir linguagens e oferecer uma experiência sonora absolutamente inédita e irrepetível. Não vai querer ficar do lado de fora desta história.
É inaugurada no próximo dia 20 de fevereiro, pelas 18h00, no Mosteiro de Santa Maria de Seiça, a exposição “Do Inferno ao Mosteiro – Diabos à Solta em Seiça”, a partir da coleção particular de José Santos Silva, numa proposta que cruza artesanato figurado, imaginário popular e património cultural.
A inauguração contará com a apresentação da peça “Monólogo do Diabo”, interpretada por Luís Ferreira, num momento performativo que ampliará a dimensão narrativa e simbólica da exposição.
A mostra, que ficará patente até 28 de junho e poderá ser visitada de quarta-feira a domingo, das 14h00 às 18h00, presta homenagem às tradições e à dimensão simbólica das criaturas míticas portuguesas, convocando aquilo que a própria sinopse descreve como «a magia que envolve as nossas criaturas míticas», num percurso onde se esbatem os limites entre arte e cultura. Entre o grotesco e o fascinante, estas figuras demoníacas surgem não apenas como encarnações do mal, mas como espelhos da complexidade humana.
Instalada no antigo mosteiro cisterciense — hoje espaço requalificado e afirmado como polo cultural do concelho —, a exposição pretende estabelecer um diálogo provocador entre o sagrado e o profano, entre o silêncio monástico e a irreverência etnográfica.
Trabalhadas em barro, madeira e outros materiais, as peças expostas dão corpo a «seres travessos e enigmáticos» que povoam o imaginário tradicional português. Mais do que representações maléficas, estes diabos populares revelam «a dualidade da natureza humana», num olhar simultaneamente crítico, lúdico e profundamente enraizado na cultura vernacular.
«Esta coleção», sublinha o colecionador, «presta homenagem às tradições populares e à magia que envolve as nossas criaturas míticas, desafiando os limites entre a arte e a cultura. Entre o grotesco e o fascinante, a luz e a sombra, surge um artesanato figurado inspirado nos diabos — figuras maléficas, mas sedutoras, que habitam as lendas e as festas tradicionais portuguesas».
Esta é mais uma iniciativa do Município da Figueira da Foz, que reforça a estratégia de programação cultural deste Monumento Nacional, assumindo-o como lugar de memória, mas também de criação e reflexão contemporânea.