Seja a correr ou a caminhar, o importante é ir, participar na Corrida dos Reis 2026:
Corrida dos Reis (10km)
Caminhada (6 km)
Inscrições até dia 12 janeiro aqui: https://lap2go.com/pt/event/corrida-dos-reis-figueira-2026
O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz recebe a exposição OLEANDRAS: é uma coleção de narrativas autobiográficas de autoras que usam a imagem como forma primordial de escrita. O crescimento, a constituição de identidade e a procura de um lugar no mundo são temas centrais destas narrativas reais contadas na primeira pessoa.
Os 4 primeiros livros – “Vai mas Volta”, de Liliana Lourenço, “Amanhã”, de Ana Biscaia, “Um Corpo que se Desfaz”, de Rachel Caiano e “Assis Bueno 37”, de Paula Delecave – inauguram uma coleção de livros-objeto que conjugam grafismo, texto e imagem de forma experimental.
A história privada da cultura humana tem sido narrada e transformada em objetos artísticos, sobretudo por uma elite que possui as ferramentas e os meios para o fazer. Urge estender essa possibilidade dando a ouvir e valorizando as várias vozes que constituem o mapa diverso da convivência humana.
Inspirado pelo conceito de “escrevivências” criado pela escritora brasileira Conceição Evaristo, esta coleção centra-se na criação de narrativas como método de investigação artística e produção de conhecimento social.
Oleandras são resistentes e são políticas.
“Oleandro” (Nerium oleander) é o nome de uma planta extremamente resistente ao frio e ao calor, comum nas calçadas e vias públicas.
Sala 3 | Entrada livre
A residência artística terminou, mas a sua energia criativa permanece, numa exposição que revela ao público todo o fruto de uma semana de imersão, criação e diálogo no histórico Mosteiro de Santa Maria de Seiça.
Venham descobrir as obras únicas que nasceram do encontro entre cinco talentosos artistas e a alma deste lugar. Através de pintura, escultura, fotografia e vídeo, a exposição “Ecos de Seiça” convida a percorrer um caminho sensível onde o passado dialoga com o presente, a memória ganha corpo e o património reinventa-se através da arte.
É a celebração de um processo intenso, agora partilhado com todos.
Uma iniciativa no âmbito do projeto CAE Fora de Portas, em parceria com a Divisão de Monumentos Históricos do Município da Figueira da Foz.
O requalificado Mosteiro de Santa Maria de Seiça, na freguesia de Paião, acolhe, a partir de 1 de agosto, às 19h00, a exposição «Dispersos: Fragmentos de Memória», organizada pelo Museu Nacional de Machado de Castro (MNMC), em parceria com a Câmara Municipal da Figueira da Foz, através da Divisão de Monumentos Históricos.
A mostra reúne 40 peças escultóricas provenientes das reservas do MNMC, muitas delas inéditas, resgatando memórias esquecidas e propondo novas leituras sobre o património museológico nacional. O espaço do antigo mosteiro cisterciense, recentemente alvo de profunda reabilitação, é agora palco de uma evocação da arte e do tempo, na confluência entre o abandono e a recuperação.
A exposição pode ser visitada até 25 de janeiro de 2026, de quarta a domingo, entre as 14h00 e as 19h00 (a partir de 16 de setembro até às 18h00).
O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE), em parceira com a Medeia Filmes, apresenta um conjunto de filmes do cineasta figueirense João César Monteiro (Figueira da Foz, 2 de fevereiro de 1939 — Lisboa, 3 de fevereiro de 2003), no âmbito do ciclo “Integral João César Monteiro”.
João César Monteiro é autor de uma obra extraordinária, ferozmente livre e de uma coragem artística ímpar. Um cineasta singular e iconoclasta que marcou sobremaneira a arte portuguesa no último meio século.
Esta é, assim, uma excelente oportunidade para que o público (e sobretudo a nova geração) possa assistir, em sala, em cópias digitais restauradas, à sua obra “incandescente” e “desmedidamente genial”, como a descreveu João Bénard da Costa, irónica e incisiva. Uma obra que, a partir de “Silvestre” (1981), estreado no Festival de Veneza, desperta a atenção internacional.
O CAE, em janeiro, apresentará, no Auditório ao qual o Município da Figueira da Foz atribuiu o seu nome, em 2020,3 filmes essenciais da sua obra:
16 Janeiro: “Recordações da Casa Amarela” (1989), que recebeu o Leão de Prata no Festival de Veneza de 1989; 23 janeiro: “A Comédia de Deus”, Grande Prémio Especial do Júri do Festival de Veneza 1995
28 janeiro: “Vai e Vem”, o derradeiro filme do cineasta.
As sessões realizam-se sempre às 21h30.
Um ciclo a não perder, de um cineasta que “inventou” para si um lugar próprio no cinema.
Bilhetes 4€ | À venda na bilheteira do CAE e na Ticketline.
Está patente no Museu Municipal Santos Rocha a exposição “No Centenário da Universidade Livre de Coimbra (1925-2025)”, organizada pelo GAAC (Grupo de Arte e Arqueologia do Centro), a qual relembra o papel desta efémera instituição na passagem dos 100 anos da sua fundação. A mesma pode ser visitada gratuitamente de terça a sexta-feira, das 9h30 às 17h00 e aos sábados das 14h00 às 19h00.
Desafiado o Departamento de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz a colaborar no enriquecimento desta mostra, foi acrescentada à exposição original uma secção com documentação original inteiramente dedicada à Delegacia da Figueira da Foz da Universidade Livre de Coimbra (1929-1935), criada graças à valiosa colaboração de figueirenses e de outras personalidades como Albano Duque, Cristina Torres, António Vítor Guerra, Luís Carrisso, Aurélio Quintanilha, Tomás da Fonseca, entre muitos outros.
Resultantes do ideal civilizador, laico e republicano, as universidades livres tiveram como objetivo primordial a promoção social, moral e intelectual das camadas populares.
A Universidade Livre, que tinha sede em Coimbra e secções ou delegações noutras localidades, afirmou-se como um instituto de educação popular que atuava fora de qualquer escola política ou religiosa e que tinha por função fomentar a cultura e a educação moral e social, promover a aproximação dos trabalhadores manuais e intelectuais e auxiliar a obra de extensão universitária.