José Rodrigues apresenta novo livro | A Vendedora de Flores
27 Março | Sexta-feira | Sala de Leitura da Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás | 21:00

A Sala de Leitura da Biblioteca Pública Municipal Pedro Fernandes Tomás, recebe a sessão de apresentação do mais recente romance de José Rodrigues, “A Vendedora de Flores”, na qual o autor propõe uma reflexão sobre a importância da bondade e da solidariedade num mundo marcado pela pressa e pelo distanciamento humano.
BIO: Natural de Viseu, José Rodrigues desenvolve a sua atividade profissional na área empresarial, sendo fundador e administrador do Grupo Visar e da Escola de Negócios das Beiras. Paralelamente, tem vindo a afirmar-se na escrita literária, sendo “A Vendedora de Flores” o seu sétimo romance.
Jornadas de Teatro Amador | O Figurante – Monólogo de Mateus Solano
27 Março | Sexta-feira | Centro de Artes e Espectáculos | 21:30

O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz apresenta, no Grande Auditório, a peça de teatro “O Figurante” – Monólogo de Mateus Solano, no âmbito da Abertura das Jornadas de Teatro Amador, organizadas pelo Lions Clube da Figueira da Foz.
A comédia dramática “O Figurante” é o primeiro monólogo de Mateus Solano, no papel de um figurante que começa a questionar a sua existência e o seu lugar num mundo que parece colocá-lo sempre em segundo plano. O espetáculo retrata o quotidiano de um figurante do meio audiovisual que se vê confrontado com o sentido da sua existência e acaba por entrar num intenso conflito consigo próprio. Um espetáculo com encenação de Miguel Thiré, que coassina o texto com Solano e Isabel Teixeira.
“O Figurante” reflete sobre a dificuldade de nos conectarmos com a nossa essência e sobre os desafios que surgem quando tentamos ter o controle da nossa própria narrativa.
Bilhete 15€ | À venda na bilheteira do CAE e na Ticketline.
Concerto solidário em Maiorca apoia Filarmónica de Monte Redondo
27 Março | Sexta-feira | Maiorca | 21:30

A Associação Musical União Filarmónica Maiorquense promove, no próximo 27 de março de 2026, pelas 21h30, um concerto solidário na sua sede, em Maiorca, com o objetivo de apoiar a Filarmónica de Monte Redondo, no concelho de Leiria, cuja sede foi recentemente afetada pela tempestade Kristin.
A iniciativa contará com a atuação da Banda Filarmónica Maiorquense, que subirá ao palco acompanhada por músicos da própria Filarmónica de Monte Redondo, num momento simbólico de colaboração entre as duas instituições. Antes do concerto, o público poderá ainda assistir à atuação do Rancho Infantil de Maiorca.
O evento assume um caráter solidário, sendo que a totalidade das receitas e donativos angariados reverterá para a recuperação da sede da Filarmónica de Monte Redondo, reforçando o espírito de união e entreajuda entre coletividades musicais.
Workshop | Pinta o teu bowl de Ramen
28 Março | Sábado | Corteza Patagónica | 19:00

A Corteza Patagónica organiza uma sessão do workshop «Pinta o teu bowl de ramen».
Cada participante pode pintar o seu próprio bowl de ramen em cerâmica, já preparado e pronto para decorar. Depois da sessão, as peças vão ficar no atelier para serem vidradas e cozidas no forno. Posteriormente, pode usá-las em casa. Enquanto faz o Bowl, desfrute de um bom vinho, um pequeno brunch e boa música, num ambiente descontraído e criativo.
Informações: TLM 931 157 827
«O Gato» regressa ao palco da Filarmónica Figueirense
28 Março | Sábado | Figueira da Foz | 21:30

A Sociedade Filarmónica Figueirense recebe, no próximo sábado, 28 de março, pelas 21h30, a reposição da peça «O Gato», uma comédia construída em prólogo e dois atos, que promete conquistar o público com humor e imaginação.
Da autoria de Henrique Santana, o espetáculo parte de uma premissa insólita: o gato Pirilau ganha forma humana por força dos desejos de uma tia sonhadora, mantendo, contudo, o pensamento felino. A partir deste ponto, desenrola-se uma sucessão de equívocos, desencontros amorosos e situações absurdas, conduzindo a um desfecho inesperado e marcado pelo tom burlesco.
A encenação está a cargo de Ana Carolina Melanda, que integra também o elenco, ao lado de Fernando Carlos Lopes, Ana Paula Veloso, Rogério Neves, Graça Freitas, João Cachulo, Inês Feijão, Nuno Gonçalo, Susana Neves e Fátima Grilo.
A componente visual do espetáculo é assegurada pela cenografia de Zé Carlos Ferreira e Fernando Maltez, enquanto os figurinos são assinados por Ana Carolina Melanda e Marta Matias. A equipa técnica integra Telmo Carvalho e Santiago Carvalho, responsáveis pela iluminação, e João Pedro Ralho, no som. A caracterização e adereços estão a cargo de Marta Matias, com contrarregras de Maria José Costa e Bertilde Pereira.
Concerto Solene na Igreja Matriz de Quiaios
28 Março | Sábado | Quiaios | 21:30

Após vários anos de ausência, a Filarmónica Quiaense regressa à Igreja Matriz de Quiaios para um momento único, marcado pela profundidade e beleza da música sacra.
Integrado nas celebrações da Semana Santa, este concerto contará com a participação especial de cinco solistas convidados, sob a direção do Maestro António Jesus. Entrada gratuita.
Bonae Spei organiza limpeza de praia
29 Março | Domingo | Buarcos | 9:15

A Bonae Spei – Associação Cultural organiza, com o grupo do intercâmbio de Jovens Erasmus+ After the Storm, uma limpeza de praia:
Local: em frente ao Maresia Bar (Buarcos)
Hora: 9h30 às 11h30
A Associação fornece sacos e luvas.
Rita Redshoes apresenta Chinfrim
29 Março | Domingo | Centro de Artes e Espectáculos | 16:00

O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz apresenta, no Grande Auditório, o espetáculo infantil “Chinfrim”, de Rita Redshoes.
Rita Redshoes apresenta “Chinfrim”, um espetáculo dirigido aos pequeninos e aos não tão pequeninos, feito de canções originais, ambientes visuais e performances encantadoras. Temas como não querer tomar banho, animais domésticos, melhores amigos, irmãos e rebeldia (na medida certa), são discutidos em cima do palco.
Rita (voz, guitarras, omnichord) é acompanhada por dois performers de dança e teatro, numa experiência interativa onde todos são convidados a participar ativamente, contribuindo com sons, ritmos, melodias e gargalhadas.
E agora “com licença” que se vai fazer chinfrim!
Bilhetes 5€ (público geral) e 8€ (criança + adulto) | À venda na bilheteira do CAE e na Ticketline.
Caminhada Literária assinala o 93º aniversário do escritor Idalécio Cação
29 Março | Domingo | Junta de Freguesia de Moinhos da Gândara | 16:00

O grupo de Amigos da Biblioteca Idalécio Cação (BIC) promove a I Caminhada Literária – “Palavras Andadas”, que tem como primeiro objetivo assinalar o 93º aniversário do escritor Idalécio Cação, patrono da BIC.
Com partida da sede da Junta de Freguesia de Moinhos da Gândara, sita no lugar de Quinta dos Vigários, freguesia de Moinhos da Gândara, a I Caminhada Literária “Palavras Andadas” pretende aliar e literatura à atividade física é à fruição da paisagem natural.
Num percurso circular de cerca de 5 quilómetros, a vida e as palavras do escritor Idalécio Cação, bem como de outros escritores, acompanharão passadas e pausas em locais de relevo para o patrono da BIC e para as gentes de Moinhos da Gândara.
A participação é livre. Sugere-se o uso de roupa e calçado confortável.
No final da caminhada o Grupo de Amigos da BIC oferece um lanche convívio.
Semana Santa de Buarcos com programa cultural
21 Março | Sábado | 5 Abril, 2026 | Domingo | Buarcos

O Município da Figueira da Foz associou-se à Paróquia de Buarcos e à Santa Casa da Misericórdia de Buarcos na sua valorização, consequente projeção do concelho como um destino de turismo religioso de referência, neste período.
Em 2026, para além das habituais manifestações religiosas, celebrações litúrgicas e a ornamentação das casas e ruas da Vila- ver cartaz -, o Munícipio da Figueira da Foz aposta numa programação cultural diversificada.
A programação cultural integra uma exposição “Memórias da Paixão”, patente no Núcleo Museológico do Mar, e diversos concertos – ver cartaz.
De 29 de março a 1 de abril, entre as 15h00 e as 18h00, as igrejas da Vila de Buarcos encontrar-se-ão abertas para visitas (Igreja de S. Pedro, Igreja da Misericórdia de Buarcos e Capela de Nossa Senhora da Conceição).
XLVIII Jornadas Teatro Amador
27 Março a 23 Maio, 2026 | Figueira da Foz

As Jornadas de Teatro Amador da Figueira da Foz, promovidas pelo Lions Clube da Figueira da Foz arrancam no Dia Mundial do Teatro, assinalado a 27 de março. O Grande Auditório do Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz (CAE) recebe a peça de abertura, «Figurante», com Mateus Solano, e de encerramento, «A terra das amoreiras», com o grupo Bernardo Beja Coletivo, as únicas com a participação de atores profissionais.
A 48.ª edição das Jornadas irá decorrer de 27 de março a 23 de maio e contempla 12 espetáculos, que serão apresentados em dez salas do concelho. As restantes peças serão apresentadas no Grupo Desportivo e Recreativo da Chã, na Sociedade Boa União Alhadense (com dois espetáculos), na Sociedade Filarmónica Figueirense, no Grupo Musical Carritense, na Sociedade Filarmónica 10 de Agosto, no Grupo Instrução União Caceirense, no Grupo Caras Direitas, na Sociedade de Instrução Tavaredense e na Escola Secundária Cristina Torres.
A iniciativa conta com a participação de grupos de teatro amador do concelho da Figueira da Foz.
“Memórias do Barro – As Fábricas de Cerâmica da Figueira da Foz” na Casa do Paço
27 Março a 31 Outubro, 2026 | Casa do Paço

É inaugurada na próxima sexta-feira, 27 de março, pelas 18h00, na Casa do Paço a exposição “Memórias de Barro-As Fábricas de Cerâmica da Figueira da Foz”, organizada pelo Museu Municipal Santos Rocha (MMSR), que propõe uma viagem pelo património industrial e cultural das fábricas de cerâmica da Figueira da Foz e ficará patente até 31 de outubro, podendo ser visitada, gratuitamente, de quarta a sábado das 14h00 às 18h00.
“Memórias de Barro-As Fábricas de Cerâmica da Figueira da Foz” procura, através de objetos, fotografias e documentos, reconstruir a história das fábricas de cerâmica do concelho da Figueira da Foz, bem como a diversidade das produções, desde louça utilitária a materiais de construção, apresentando igualmente uma sumária história das fábricas.
A exposição resulta de um estudo aprofundado da coleção de cerâmica do concelho da Figueira da Foz pertencente ao MMSR e compreende a produção desde finais do século XIX ao século XX, concentrada nas freguesias de Brenha, Buarcos, Lavos, São Julião e Tavarede, com produtos finais destinados fundamentalmente ao mercado local e regional.
Quanto às principais fábricas de material de construção estudadas e agora documentadas estão a Empresa Industrial do Cabo Mondego, a Manufatura Cerâmica Figueirense e a Cerâmica Figueirense, Lda., que acompanharam o crescimento económico e urbano da Figueira da Foz.
A Casa do Paço, recorde-se, foi o primeiro local a acolher o Museu Municipal da Figueira da Foz, inaugurado a 6 de maio de 1894, onde permaneceu por cinco anos, até à conclusão do novo edifício dos Paços do Concelho, em 1899, para onde viria a ser transferido, nesse mesmo ano.
Mosteiro de Seiça| Visitas Guiadas aos Diabos à Solta
26 Março a 28 Junho, 2026 | Mosteiro de Santa Maria de Seiça | Paião

O Mosteiro de Santa Maria de Seiça, recebe a exposição “Do Inferno ao Mosteiro – Diabos à Solta em Seiça”, a partir da coleção particular de José Santos Silva, numa proposta que cruza artesanato figurado, imaginário popular e património cultural.
Patente até 28 de junho e poderá ser visitada de quarta-feira a domingo, das 14h00 às 18h00, esta mostra presta homenagem às tradições e à dimensão simbólica das criaturas míticas portuguesas, convocando aquilo que a própria sinopse descreve como «a magia que envolve as nossas criaturas míticas», num percurso onde se esbatem os limites entre arte e cultura. Entre o grotesco e o fascinante, estas figuras demoníacas surgem não apenas como encarnações do mal, mas como espelhos da complexidade humana.
Instalada no antigo mosteiro cisterciense, hoje espaço requalificado e afirmado como polo cultural do concelho, a exposição pretende estabelecer um diálogo provocador entre o sagrado e o profano, entre o silêncio monástico e a irreverência etnográfica.
Trabalhadas em barro, madeira e outros materiais, as peças expostas dão corpo a «seres travessos e enigmáticos» que povoam o imaginário tradicional português. Mais do que representações maléficas, estes diabos populares revelam «a dualidade da natureza humana», num olhar simultaneamente crítico, lúdico e profundamente enraizado na cultura vernacular.
«Esta coleção», sublinha o colecionador, «presta homenagem às tradições populares e à magia que envolve as nossas criaturas míticas, desafiando os limites entre a arte e a cultura. Entre o grotesco e o fascinante, a luz e a sombra, surge um artesanato figurado inspirado nos diabos – figuras maléficas, mas sedutoras, que habitam as lendas e as festas tradicionais portuguesas».
Ciclo de visitas guiadas pelo próprio colecionador/curador, José Santos Silva:
Último domingo de cada mês, sempre às 16h00:
29 de março
26 de abril
31 de maio
28 de junho
Estas sessões, cuja participação é gratuita e não requerem inscrição prévia, convidam o público a ir além do olhar imediato sobre as peças expostas, explorando o contexto da coleção, o simbolismo dos “diabos” na cultura tradicional portuguesa e o diálogo singular que se estabelece entre este universo irreverente e o antigo espaço monástico cisterciense.
CAE apresenta exposição “Figueira: Uma Árvore de Sonho a Mar”, de Zé Surf
7 Março, 2026 | Sábado
26 Abril, 2026 | Domingo
Artes, Exposição
Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz

O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz apresenta, entre 7 de março e 26 de abril, na Sala Afonso Cruz, a exposição “Figueira: Uma Árvore de Sonho a Mar”, do fotógrafo Zé Surf. A entrada é livre.
Nesta mostra, o artista parte da figueira, símbolo que está na origem do nome da cidade, para construir uma narrativa visual que estabelece um paralelo entre a árvore e a própria Figueira da Foz. A figueira surge como metáfora de raiz, abrigo e ponto de encontro, simultaneamente ligada à terra e orientada para o horizonte marítimo.
Através da fotografia, Zé Surf explora diferentes dimensões da árvore — a textura, a luz, a sombra e a solidão — criando um percurso visual que liga a presença física da paisagem ao imaginário do mar. A exposição é apresentada num ambiente inspirado no conceito “Woodstock on the beach”, procurando envolver o visitante numa experiência sensorial onde arte, natureza e memória se cruzam.
«Neste trabalho, o artista, que se autodenomina “o último fotógrafo underground no planeta”, parte do símbolo fundador que dá nome à nossa cidade para construir uma narrativa visual profunda e poética. A figueira-árvore transforma-se numa metáfora viva da Figueira-cidade: ambas são raiz e abrigo, ponto de partida e de encontro, firmadas na terra, mas com o olhar permanentemente virado para o mar.»