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Festa da Sardinha abre as Festas da Cidade na Figueira da Foz

8 Junho, 2026 | Segunda-feira
10 Junho, 2026 | Quarta-feira
Gastronomia, Música
Figueira da Foz
sardinha

A tradicional Festa da Sardinha regressa à Praça Dr. João Ataíde, junto à Marina da Figueira da Foz, entre os dias 8 e 10 de junho, dando início ao programa das Festas da Cidade e de São João da Figueira da Foz.

Durante três noites, entre as 19h00 e as 02h00, a sardinha assada volta a ser a grande protagonista de um evento que celebra a forte ligação da cidade ao mar e às suas tradições piscatórias. Música, dança, gastronomia e animação prometem atrair residentes e visitantes para um ambiente de convívio e festa junto à marginal de Buarcos.

Cada freguesia do concelho da Figueira da Foz vai estar representada pelas coletividades e associações, responsáveis pela confecção da sardinha.

Quim Barreiros anima Noite de Santo António na Figueira da Foz

12 Junho, 2026 | Sexta-feira
Música, Noite, Tradições
Figueira da Foz
20:00
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A Noite de Santo António volta a celebrar-se na Figueira da Foz no dia 12 de junho, a partir das 20h00, com muita animação, petiscos e sardinha assada. O cabeça de cartaz é o incontornável Quim Barreiros, que dispensa apresentações, contando ainda com a atuação da dupla Key Love.

Organizada pela Santa Casa da Misericórdia da Figueira da Foz, a iniciativa promete reunir a comunidade numa noite de convívio e tradição, em homenagem a Santo António e ao espírito dos santos populares.

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO

12 Junho, 2026 | Sexta-feira
Artes, Conferências, Vários
Museu Municipal Santos Rocha
10:00
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Sob o mote “Arqueologia a Acontecer”, o município da Figueira da Foz promove, no Museu Municipal Santos Rocha (MMSR), uma atividade que destaca o papel da arqueologia preventiva na salvaguarda do património, a importância dos museus na preservação, estudo e valorização do património arqueológico, e promove a aproximação do público a uma herança cultural muitas vezes invisível.


A iniciativa “Os fornos romanos da Figueira da Foz: nos bastidores da reserva de arqueologia do Museu Municipal Santos Rocha”, convida o público a descobrir os vestígios dos fornos romanos do território, testemunhos de uma produção cerâmica de época romana. Inclui
– visita orientada ao MMSR, conduzida pelo arqueólogo Marco Penajoia, na qual serão apresentados os principais achados arqueológicos identificados desde os trabalhos pioneiros de António dos Santos Rocha até às mais recentes investigações reunidas no artigo “Elementos para o Estudo da Ocupação Romana na Foz do Mondego”, disponível online.
– Oficina prática de cerâmica, dinamizada pela ceramista Odete Sousa, que permitirá recriar alguns dos materiais produzidos nestes fornos na época romana, proporcionando uma abordagem participativa e experimental.


A participação é gratuita, contudo, sujeita a inscrição obrigatória serviço.educativo@cm-figfoz.pt

Terças com Poesia: «O poema começa com um nó na garganta» com Ana Zanatti e José Anjos

16 Junho, 2026 | Terça-feira
Artes, Livros
Auditório Madalena Biscaia Azeredo Perdigão
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«O poema começa com um nó na garganta», com Ana Zanatti e José Anjos, é a aposta da Biblioteca Pública Municipal Pedro Fernandes Tomás para a sessão de Terças com Poesia do mês de junho. O espetáculo poético-musical será apresentado dia 16, pelas 21h30, no Auditório Madalena Biscaia Azeredo Perdigão, com entrada livre.

Em «O poema começa com um nó na garganta» Ana Zanatti faz a leitura de poemas, acompanhada por José Anjos na guitarra e interpretação musical. O programa reúne textos dos próprios autores e de nomes clássicos e contemporâneos da poesia portuguesa e internacional, entre os quais Jorge de Sena, Mário-Henrique Leiria, Cláudia R. Sampaio, José Carlos Barros, Ana Hatherly, Alberto Pimenta, Ana Luísa Amaral, Natália Correia, Linda Pastan, Ary dos Santos, Sophia de Mello Breyner, Mário Cesariny e José Emílio Pacheco, entre outros.

Ana Zanatti desenvolveu, ao longo de 55 anos, uma carreira no teatro, televisão, rádio e cinema, como atriz, apresentadora e autora. Escreveu canções, adaptou peças de teatro e criou séries de ficção e documentais. Colaborou com jornais e revistas e, desde 2003, publicou onze livros de romance, contos e ensaio, além de textos integrados em coletâneas de poesia.

José Anjos nasceu em Lisboa, em 1978. É formado em Direito, poeta e músico. Tem quatro livros de poesia publicados e participa em vários projetos como baterista, guitarrista e diseur.

Festas da Cidade e de São João regressam à Figueira da Foz com música, tradição e animação

8 Junho, 2026 | Segunda-feira
24 Junho, 2026 | Quarta-feira
Concerto, Festival, Gastronomia, Música, Noite
Figueira da Foz
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A cidade prepara-se para viver mais uma edição das Festas da Cidade e de São João, que decorrem entre os dias 8 e 24 de junho, prolongando-se com a tradicional Regata Louca do Mondego, agendada para 27 de junho.

O programa reúne algumas das iniciativas mais emblemáticas do calendário festivo figueirense, começando com a Festa da Sardinha, entre 8 e 10 de junho, seguindo-se a Feira das Freguesias, de 13 a 24 de junho, espaço privilegiado para a promoção da gastronomia, cultura e identidade das freguesias do concelho.

Entre os momentos mais aguardados contam-se também a Corrida Mais Bonita de Portugal, a 14 de junho, a Grande Noite de São João, a 23 de junho, e as celebrações do Dia de São João, feriado municipal, a 24 de junho.

A componente musical assume igualmente particular destaque, com atuações de Maninho (13 de junho), Zé Amaro (14 de junho), Nuno Ribeiro (19 de junho), Emanuel (20 de junho), Fernando Daniel (21 de junho), Matias Damásio (23 de junho) e Bia Caboz (24 de junho).

As festividades incluem ainda marchas populares, arraiais, fogo de artifício, animação de rua e um vasto conjunto de atividades dirigidas a públicos de todas as idades, reforçando o carácter popular e agregador de uma celebração profundamente enraizada na identidade da cidade.

O encerramento das festividades acontece a 27 de junho com a Regata Louca do Mondego, um dos eventos mais singulares e participados da programação, que volta a trazer criatividade, humor e espírito festivo às águas do Mondego.

Ao longo de várias semanas, a Figueira da Foz convida residentes e visitantes a participar numa programação que celebra a cultura, as tradições populares e o espírito comunitário que marcam esta época do ano.

Mosteiro de Seiça| Visitas Guiadas aos Diabos à Solta

26 Março, 2026 | Quinta-feira
28 Junho, 2026 | Domingo
Artes, Exposição, Tradições
Mosteiro de Santa Maria de Seiça
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O Mosteiro de Santa Maria de Seiça, recebe a exposição “Do Inferno ao Mosteiro – Diabos à Solta em Seiça”, a partir da coleção particular de José Santos Silva, numa proposta que cruza artesanato figurado, imaginário popular e património cultural.

Patente até 28 de junho e poderá ser visitada de quarta-feira a domingo, das 14h00 às 18h00, esta mostra presta homenagem às tradições e à dimensão simbólica das criaturas míticas portuguesas, convocando aquilo que a própria sinopse descreve como «a magia que envolve as nossas criaturas míticas», num percurso onde se esbatem os limites entre arte e cultura. Entre o grotesco e o fascinante, estas figuras demoníacas surgem não apenas como encarnações do mal, mas como espelhos da complexidade humana.

Instalada no antigo mosteiro cisterciense — hoje espaço requalificado e afirmado como polo cultural do concelho —, a exposição pretende estabelecer um diálogo provocador entre o sagrado e o profano, entre o silêncio monástico e a irreverência etnográfica.

Trabalhadas em barro, madeira e outros materiais, as peças expostas dão corpo a «seres travessos e enigmáticos» que povoam o imaginário tradicional português. Mais do que representações maléficas, estes diabos populares revelam «a dualidade da natureza humana», num olhar simultaneamente crítico, lúdico e profundamente enraizado na cultura vernacular.

«Esta coleção», sublinha o colecionador, «presta homenagem às tradições populares e à magia que envolve as nossas criaturas míticas, desafiando os limites entre a arte e a cultura. Entre o grotesco e o fascinante, a luz e a sombra, surge um artesanato figurado inspirado nos diabos — figuras maléficas, mas sedutoras, que habitam as lendas e as festas tradicionais portuguesas».

Ciclo de visitas guiadas pelo próprio colecionador/curador, José Santos Silva:
Último domingo de cada mês, sempre às 16h00:
29 de março
26 de abril
31 de maio
28 de junho

Estas sessões, cuja participação é gratuita e não requerem inscrição prévia, convidam o público a ir além do olhar imediato sobre as peças expostas, explorando o contexto da coleção, o simbolismo dos “diabos” na cultura tradicional portuguesa e o diálogo singular que se estabelece entre este universo irreverente e o antigo espaço monástico cisterciense.